quinta-feira, 30 de abril de 2020

Ricardo "Pique" conta sua história

Nome: Ricardo Henrique Gonçalves
Apelido: Pique
Idade: 23 anos

“Já pratiquei vários esportes, mas meu ponto forte é o futebol. Também pratico ciclismo, pois gosto de fazer atividade física.

Comecei no time da minha cidade. Na época, era Academia Aeroporto, onde meu treinador Nilton Shete me ensinou a dar chute na bola. Tive incentivo do meu treinador e do meu irmão.

Estive em vários times do interior, como: Oswaldo Cruz SP- sub20; Matonense SP -sub20; Comercial SP - profissional; Poços de Caldas MG - profissional. Toda minha carreira foi abençoada, graças a Deus, e para que eu não pare, tenho fé que ainda vou atuar em algum time grande. 

Comecei bem tarde, com nove anos, ainda tenho orgulho de tudo o que aconteceu  até hoje, e espero muita coisa boa pela frente. No começo, não posso falar que foi fácil. Passei momentos difíceis, mas Deus estava comigo, abriu portas até ir para um projeto em Águas de Lindóia.

Lá tudo começou. O amor pelo futebol cresceu mais ainda depois que vi em mim mesmo potencial para isso. Fui em frente, hoje estou nesse mundo do futebol. Atualmente, treino toda semana na escolinha Flamengo, aqui na minha cidade. Estão me ajudando muito neste período da quarentena. Um momento que está difícil para todos, mas não me deixei abalar por causa disso. Treinando firme para lá na frente colher todos os frutos que estou plantando agora.

Esporte significava um sonho, que virou realidade. Tenho tudo na mão para ser melhor do que antes. Ainda agradeço muito a Deus por isso. Hoje significa muito para mim, fiz muitos amigos, que me apoiam e gostam do meu futebol. Espero que dure muito tempo mais.

Minha primeira competição foi Liga Sul Mineira e a primeira medalha de campeão com equipe Academia Aeroporto, de Três Pontas, com onze anos. Foi contra a forte equipe Sind UFLA, de Lavras. Ganhamos nos pênaltis, no antigo campo Flamenguinho VEC, no ano 2010, consagrando campeões.

Minha rotina de treino começou muito difícil, mas hoje mudou muita coisa. Posso treinar todo dia, nos meus horários vagos que tenho, estou treinando ou praticando alguma atividade, nunca fico parado. A parte mais difícil foi patrocínio, porque na época ninguém valorizava a gente, não tinha motivação nenhuma.

Sobre as competições, no começo foi difícil, mas depois adaptei. Fiquei bem, conforme o tempo. Nada mudou para mim na quarentena, estou treinando normalmente firme e forte.
Meu maior orgulho foi ter feito esse tanto de amizade no mundo do futebol, respeitando todos como adversário e o próximo. Maior alegria que eu tenho é ter o talento que tenho para fazer o que eu mais gosto, jogar futebol e pedala. Não tenho nenhuma decepção e frustração.

Meu ídolo é Deus, por ele que vem minha força de vencer a cada dia.

Perspectiva para o futuro é ser um grande jogador, se Deus quiser esse dia ainda vai chegar.

Meu agradecimento aos clubes, porta para eu ter um futuro melhor, crescer no futebol. E meus amigos e família, que sempre me ajudaram e deram vários conselhos.

Uma dica para aqueles que estão chegando no mundo do futebol é nunca desistir, nunca culpar a si mesmo, nunca é tarde para tentar ser feliz. A cada dia ponha na cabeça que tem que ser melhor do que ontem. Treine, treine, treine.”

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Conheça a história do ultramaratonista Glênio Carvalho

           Em história, o que determina se ela é boa ou não, depende de como o personagem principal reage a mudança de sua realidade que lhe é imposta. No caso de Glênio de Moraes Carvalho, ou Cabrito, de 38 anos, praticante de Trail Run e Ultramaratonas, sua transformação veio de uma doença crônica e, sua reação, o levou a níveis mundiais.

Glênio sempre gostou de atividade física, mas o seu sonho - “assim como 90% das crianças” - era ser jogador de futebol. Como o destino não o levou a essa atividade, ingressou no curso de Educação Física. Foi diagnosticado com psoríase, uma doença autoimune e assim, começou a se dedicar a atividades físicas, como a musculação e corrida.

Cabrito observou algo interessante quanto ao tratamento: quanto mais aumentava a distância na corrida, mais as manchas causadas pela psoríase sumiam. Assim, começou com 5 km, depois 10 km, 22 km, 42 km, 50 km, 80 km, 160 km, 217 km, 300 km correndo (chamadas ultramaratona). Hoje, é um varginhense que representa a cidade, Minas e o Brasil!

“Os amigos são uma parte bacana aqui em Varginha, porque temos um grupo que sempre faz os longos no final de semana - isso motiva muito a todos! Começou em 2004, quando comecei a atuar como personal trainer e, consequente, comecei a correr com os clientes no alto da Vila Paiva, em Varginha. Isso até os dias de hoje”, conta Glênio.

“Acho que todas as competições são de grande aprendizado. Como me apaixonei pela ultramaratona, ficar entre os 10 melhores do Brasil e do Mundo, em uma prova chamada BR 135 milhas 217 km, foi bem bacana - ver o pórtico da chegada! E várias outras ultras, pois a corrida proporciona muitos amigos, libera hormônios e cuida da saúde de tal forma que só os exercícios aeróbicos proporcionam.”

O atleta conta que sua maior alegria é ver o quanto o esporte une, porém também observa um ponto ruim: “frustrações no esporte são difíceis, mas existem algumas pessoas na área da Educação Física que tentam passar a perna - não são formadas e atuam na área. Essa sim é minha frustração quanto ao esporte”.

Sua perspectiva agora é completar os 1000 km correndo, e deixa um recado para todos: “pratique atividade física sempre acompanhado de profissional de Educação Física ou uma equipe multidisciplinar orientando”.

Texto: Maria Júlia Veloso

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Karollen Passos Serafim conta sua história


              Karollen Passos Serafim, ou Keke, de treze anos, é uma das alunas do futebol do Real Madrid em Varginha. Apaixonada pelo esporte, encontrou no time um porto seguro, cheio de bons laços, e conta um pouco sobre esse seu início de trajetória.
            “Acho que tenho o futebol na veia. É como se todos os meus problemas ficassem para trás quando eu jogo, sabe! Comecei a jogar na escola com 12 anos e um dia achei um lugar para me encaixar no time Real Madrid, o que está mudando a minha vida.
            Eu amo esse time e lá todos gostam de mim também. Fiz amizades e sei que posso contar com eles em qualquer hora, ainda mais com o meu treinador, que está me ajudando a ir longe. Se eu estou triste e vou para o jogo, sempre volto feliz. 
            Antes de eu entrar no time não era assim: eu jogava e pronto. Depois que acabava o jogo, eu não tinha amigos para dar conselhos e etc… Então, eu os amo e quero estar com eles até no final, nas vitórias e nas derrotas.”
            A garota conta que entre as competições que mais a marcou está sua estreia nos Jogos Escolares, pela Escola Estadual São Sebastião, que ocorreu na Unifal em 2018. “Me lembro que, por ser minha primeira vez, foi muita emoção!”
            Já sobre suas maiores conquistas pessoais, guarda com carinho a marcação de dez gols quando jogou nos Escolares e, junto com seu time, chegou a final do Interclasse em 2019, ganhando até medalha.
            Karollen treina aos sábados à tarde no VTC. Quando chegava a época de campeonatos, como Jogos Escolares e Interclasse, enfrentava o pequeno desconforto de ter que acordar cedo. “Mas nesses tempos as escolas estão paradas, então não tenho problema nenhum”, brinca.
            Inspirada em grandes nomes como Marta, planeja se dedicar cada vez mais para que um dia consiga dar uma casa a seus pais. “Minha alegria no dia a dia é a minha família, que posso contar com eles em tudo. Também o time, porque quando está todo mundo unido, dá muito mais vontade de jogar!”
            “Gostaria de fazer agradecimentos ao meu professor de Educação Física, que me incentivou a jogar. Muito obrigada a ele e também muito obrigada para o meu treinador, por me aceitar no time. Amo vocês!”

Texto: Maria Júlia Veloso

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terça-feira, 28 de abril de 2020

Renatinho conta sua história

Nome: Renato Luiz B.
Apelido: Renatinho
Idade: 28 anos
Esporte: Futebol de campo, futsal e Futevôlei, sendo a principal o futebol, sempre foi meu esporte favorito.

Futebol é emocionante, ainda mais quando a gente faz gol.
            Comecei a praticar por incentivo de meus primos, que sempre jogavam em minha casa. Eu deixava até de estudar pra jogar com eles (kkkk).
Com 11 anos comecei a participar dos jogos na roça com minha família – América.
Depois comecei a disputar campeonatos de futsal e futebol. Atualmente participo de campeonatos amadores nos finais de semana.
O esporte no início era praticado apenas por lazer, diversão. Muito diferente de hoje, que significa para mim um motivo de alegria, onde se passa por muitas emoções em apenas 90 minutos. 
Meu primeiro campeonato foi o Amador de Varginha, com 16 anos, onde joguei para o time do cruzeirinho, no campo da Vila Barcelona. Foi muito marcante, pois tive a oportunidade de jogar um campeonato que para mim é o mais forte da região.
Meu primeiro título/troféu como campeão foi no campeonato amador de Elói Mendes, onde fomos campeões invictos.
Minha rotina de treinamento era acordar as 5h da manhã para correr, e aos fim de semana jogar futevôlei com os amigos.
Durante essa quarentena estou somente correndo aos fins de semana.
Meu maior orgulho na carreira aconteceu no ano de 2010, ser artilheiro do Campeonato Amador de Varginha. Em 2016 ser campeão invicto, onde pude de marcar um dos gols na decisão.
Terminar a partida com a sensação de dever cumprido é motivo de muita alegria. Uma grande frustração foi perdemos uma final do campeonato amador para o time da Frangobel, no campo do Flamenguinho no ano de 2010.
Meu ídolo era Ronaldinho Gaúcho. Sempre jogava com alegria, e dava grandes assistências. Tento dar boas assistências e colocar meus companheiros na cara do gol.
Perspectivas para o futuro? Tentar fazer bons jogos e tentar buscar o título de campeão do campeonato Amador para o time do América, pois é um título muito desejado.
Gostaria de agradecer ao Carlinho (em memória). Sempre me incentivou a jogar bem, fazia sempre questão de que eu estivesse presente em todos os jogos, ele foi um cara que sempre foi do time do América, me buscava em casa para jogar, mesmo que eu não tivesse dinheiro para pagar a condução.
Meu conselho aos jovens é: Sempre ter os pés no chão, nunca tentar passar por cima de ninguém e jogar sempre com humildade. 


Obra do Centro de Iniciação ao Esporte entra na fase de acabamento


           A empresa Tri-Service Engenhart`s e Terceirizados Ltda, responsável pela construção do Centro de Iniciação ao Esporte – CIE no bairro Santa Maria, na Avenida Zoroastro Franco de Carvalho, já concluiu a colocação da cobertura e agora está realizando o acabamento das instalações internas, para subir com as paredes laterais.
            O Prefeito Vérdi Melo esteve no local conversando com o pessoal da esquipe e vistoriando a obra. “Depois de tantos entraves finalmente estamos vendo o CIE sair do papel e tomar forma. Um projeto ousado que trará benefícios para toda a região”, disse Vérdi.
            O valor do contrato é de R$ 2.617.498,48, custeado pelos cofres públicos. O prazo para a conclusão é de 180 dias a partir da data da ordem de serviço, que foi em 28/11 de 2019. Na primeira etapa foram investidos R$ 915.564,68.
            O CIE de Varginha é o modelo I para terrenos de 2.500 m² e área construída de 1.600 metros quadrados. O ginásio poliesportivo terá arquibancada com 177 lugares. E ainda área de apoio (administração, sala de professores/técnicos, vestiários, chuveiros, enfermaria, copa, depósito, academia, sanitário público).
            Depois de pronto, o espaço vai abrigar as modalidades olímpicas de atletismo, basquete, boxe, handebol, judô, lutas, tênis de mesa, tae-kwon-do, vôlei, esgrima, ginástica rítmica, badminton e levantamento de peso. E seis paraolímpicas: esgrima de cadeira de rodas, judô, halterofilismo, tênis de mesa, vôlei sentado e goalball e uma não-olímpica (futsal).


segunda-feira, 27 de abril de 2020

Maria Clara Dias conta sua história

Nome: Maria Clara Dias
Idade: 17 anos.
Esporte: Futebol / futsal.

O que te faz apaixonado por esse esporte?
- A vontade de chegar longe e realizar meu sonho de ser jogadora e, agora, o Real Madri me deu essa oportunidade.

O início:
- Eu tinha 12 anos de idade já jogava com o meu irmão e amigos, só que sempre escutava que mulher não podia jogar bola e outras coisas, mas meu irmão sempre me falou para eu nunca desistir. Até que, em 2017, recebi o convite da professora Vanda, para jogar no JEMG pela Escola Aracy Miranda.
Depois disso, joguei no time do Industrial e também estava jogando no time Real Canaã, que sou grata até hoje por me ensinar tudo que sei.
Hoje estou jogando no time Real Madri e às vezes jogo onde tudo começou, com o Professor Geraldo Benedito, no time masculino.

O que o esporte significou no começo?
- No começo achei que não chegaria aonde cheguei, mas graças ao apoio da minha família, amigos e treinadores, estou onde estou.

E o que significa hoje?
- Significa muita coisa, pois paro e penso "olha só onde eu cheguei". Foram muitos obstáculos e terei vários ainda, mas se Deus quiser vou avançar mais longe ainda.

Competições que marcaram:
- A primeira competição que participei, nos Jogos Escolares com a Aracy Miranda mesmo, que ocorreram na quadra do SESI, ficamos em primeiro lugar no Módulo I. Sou grata até hoje, porque desde 2015 não deixei de sonhar.

Fale sobre conquistas:
- Ter participado do campeonato do time Real Canaã (2018) - não tivemos a vitória, mas depois desse dia, em que escutei de vários meninos que futebol não era para mulher, eu passei a acreditar em mim mesma que eu podia fazer e fiz.

Qual é sua rotina de treinamento?
- Todos os sábados das 8h30 às 11h, no campo do Canaã (preparo físico), e das 13h30 às 17h, mais preparo e coletivo no VTC com o time Real Madri.

Qual o maior empecilho que enfrenta nesse mundo dos esportes?
- A parte mais difícil é arrumar um patrocinador que possa motivar mais a gente, é mais difícil ainda para mulher arrumar, porque sempre tem alguém que duvida das habilidades dela.

Qual a sua maior alegria?
- Ter minha mãe, meus treinadores e namorado me motivando sempre!

Quais decepções ou frustrações enfrentou pelo esporte?
- Sempre escutar que na quadra ou em campo não é o meu lugar de ficar.

Seu esforço se dá por inspiração em alguém?
- Minha mãe, para mostrar a ela que sou capaz, porque só ela sabe o quanto já sofri em meio ao futsal e o futebol.

Como estão seus planos para o futuro?
- Só quero melhorar minhas habilidades, meu físico e, se Deus abençoar, jogar para fora.

Gostaria de fazer agradecimento?
- Queria agradecer ao treinador Geraldo Benedito, porque todas as vezes que pensei em desistir, ele estava ali para me apoiar e me incentivar. Me ensinou tanta coisa que sei hoje, ele nunca me deixou desistir, sou muito grata por isso.

Quais aprendizados e ensinamentos o esporte trouxe para você?
- Que devemos ter respeito ao próximo, acima de tudo com o treinador e colegas de campo, e sempre sonhar alto, porque um sonho pode se tornar realidade.

Diego Alexandre conta sua história

           Diego Alexandre, 29 anos, apaixonado pelo esporte.
Sempre fui uma pessoa muito competitiva e nunca gostei de perder. Pra mim, aquela expressão "o importante é participar" não funciona, haha.
Sempre pratiquei os mais variados esportes, pois atividade física é terapia para mim. Quando estou praticando qualquer que seja a atividade, esqueço dos problemas, e descanso a mente.
O esporte que mais disputei campeonatos na vida foi o futebol, apesar de não ser, nem de longe, o único. No futebol comecei bem cedo, ainda criança, tinha treinos na escola, após a aula. Sempre disputei campeonatos regionais e estaduais pela escola. Mas a coisa começou a ficar séria mesmo na adolescência, que como todo garoto que gosta de futebol, tinha o sonho de jogar profissionalmente.
Sempre tive facilidade com os pés, mas foi como goleiro que cheguei nas categorias de base do Santos, aos 15 anos, onde tive a felicidade de poder treinar junto com um menino magrinho e muito habilidoso, que na época tinha 14 anos e hoje é um dos maiores nomes do futebol mundial, jogando atualmente pelo PSG. Fiquei pouco tempo lá, e fui dispensado pela baixa estatura para a minha posição. Depois disso tive a oportunidade de jogar um campeonato mineiro Juvenil pelo time Real de Caeté, enfrentando os grandes de Minas Gerais. 
Em Varginha, fiz parte de um elenco que ganhou tudo o que disputou. O time juvenil do VEC, entre os 15 e os 17 anos. A conquista mais especial foi o campeonato Brazil Cup, em que ganhamos do Guarani de Campinas na Final.
Sempre treinei com jogadores acima da minha idade. Joguei pelo juvenil quando era infantil, treinei com o juniores e o profissional do VEC, quando era juvenil, e por aí vai. Naquela época, eu treinava diariamente, com os melhores da cidade.
Formei minha base como goleiro principalmente nos treinos do Nandinho, do Dezão, do Maxuel, do Paulão e também do meu pai, Juninho. Hoje em dia, ainda disputo campeonatos como o Amadorzão de Varginha, e o Sul-Mineiro.
Ano passado, tive a felicidade de ser o campeão do Amador com o time do Bonsucesso, e saí com o troféu de goleiro menos vazado da competição.
Mesmo na quarentena, sempre arrumo uma maneira de treinar e me manter em forma. Afinal, tenho um treinador de goleiros em casa, e isso facilita as coisas.
A maior conquista pra mim, em toda a carreira, foi sem sombra de dúvidas, as amizades que construí no caminho.
Há mais de 10 anos já, devido a correria do nosso cotidiano e do trabalho, o futebol ficou mais como um lazer, peladas, campeonatos de amigos e de empresas, mas sinto saudade da época e da rotina de treinos diários.


domingo, 26 de abril de 2020

Thamires Olímpio Graciano conta sua história

Thamires Olímpio Graciano
15 anos
Futsal

“Futsal sempre foi a minha paixão, então o motivo mesmo de ser apaixonada é tudo que ele me proporciona amizades, competições, alegrias, etc.
            Eu comecei a praticar na minha casa desde pequena com 5/6 anos eu treinava sozinha no pátio de casa, meu pai me dava algumas dicas, meu avô também, e a partir daí eu já tinha um objetivo que era ser jogadora e sempre levei muito a serio! Depois disso com 13 anos eu comecei a treinar numa escolinha da minha cidade e sempre fui evoluindo. Depois com 14 anos eu fui jogar o JEMG pela minha cidade, Três Pontas, e me destaquei como a melhor atleta nos Jogos Escolares de Minas Gerais e foi daí que fui convidada para fazer parte da equipe de varginha.
            O esporte sempre significou muito pra mim, eu sou uma menina muito sonhadora então se eu quero eu vou atrás ate conquistar então o esporte me ensinou a nunca desistir.
            A primeira competição foi o JEMG 2019 eu estava nervosa, pois nunca tinha saído da minha cidade pra jogar e foi uma experiência incrível, porque eu fui chamada pra jogar na equipe de Varginha. Significou muito, pois foi um sonho realizado!
            Uma coisa que eu não esqueço é o meu primeiro jogo com a equipe de Varginha na Lidarp; eu estava muito nervosa, mais depois me acalmei e deu tudo certo, ficamos em 3º lugar, mas foi uma experiência incrível que sempre ficará na minha memoria.
            Na quarentena eu tento não ficar parada para não perder a forma e estou sempre fazendo alguns exercícios. 
            Acho que meu maior orgulho foi ter entrado na equipe de Varginha, porque eu vi que tudo aquilo que eu treinei valeu apena e não foi em vão.
            Minha maior alegria é ver minha família feliz com as minhas evoluções e conquistas.
            Meu maior ídolo é o Cristiano Ronaldo, ele me inspira pela historia, pelos dribles, forma de jogar, etc.
            Eu sempre costumo falar que se você quer, você alcança todos os seus objetivos, então o que eu quero pro meu futuro é que eu continue assim, sempre lutando pelo que eu quero e que eu seja uma jogadora profissional e realize meu maior sonho que é jogar na Seleção Brasileira.
Gostaria de agradecer principalmente a Deus por sempre estar do meu lado pra que eu nunca desista, a meus pais, minha irmã e meu tio por sempre me incentivarem a continuar assim lutadora pelos meus sonhos, a minha família e ao João e a Isabela por ter me dado a grande oportunidade de fazer parte dessa família que sempre estará no meu coração.
            A dica que eu dou é para você que tem um sonho, nunca desista dele, sempre persista por mais que esteja longe não pare de lutar pelo que você quer e sempre treine para sempre evoluir.

Maicon Jadiel Brito conta sua história

Nome: Maicon Jadiel Brito
Apelido: Tonhão
Idade: 28 anos
Esporte: Futebol

O que te faz apaixonado por esse esporte?
- O que me faz ser apaixonado por futebol é a magia que envolve o esporte, Cruzeirense que sou, quando criança jogava na rua com os amigos (golzinho de chinelo) e imitava o Alex Alves nas comemorações. Nessa época a seleção era a mais temida do mundo, e acho que aquele pentacampeonato só me fez apaixonar mais ainda.

O que o levou a começar a praticar?
- Na rua joguei até uns 11 anos, depois comecei a frequentar escolinhas. Um amigo de um tio meu tinha um time infantil que se chamava Unidos do Boca Júnior, e sempre fazíamos amistosos dentro e fora da cidade.

Depois como seguiu sua história?
- Com o passar do tempo peguei o final do Cruzeirinho, que logo depois virou São Caetano.
            Algum tempo depois, disputando um campeonato da cidade infantil como volante, conheci o Palito, que me disse que eu tinha que jogar na zaga pela minha estatura, e fui treinar no VTC com ele, que então já era Fluminense, e um ano depois virou Arte & Disciplina, onde disputavam muitos campeonatos infantil e Juvenil. Inclusive, fomos vice-campeões do torneio de Águas de Lindóia que envolvia muitas equipes de escolinhas até times de base.
            Além disso, disputei um torneio para o 23 de Setembro de Três Corações-MG, onde já tinha meus 16/17 anos.
            Em 2017 fiz parte da montagem do time amador e joguei o campeonato de torcidas pela equipe da NAV (Nação Azul de Varginha), onde sou membro da torcida, e o começo do Bairrão. Hoje, é uma das equipes mais estruturadas de Varginha, com o excelente trabalho do Alexis (Bolacha), que se dedica imensamente e gosta muito do que faz.

Atualmente ainda pratica?
- Hoje por falta de tempo (filho pequeno), jogo pelada às vezes, um pouco fora de forma. Mas pretendo recuperar a boa forma e ano que vem quem sabe jogar o Bairrão por alguma equipe, pois tive convites.

O que o esporte significou no começo?
- O esporte teve um significado muito grande na minha vida, e o que realmente marca são os desafios e como você aprende a lidar com eles. É como na vida! Nem sempre a gente vence, mas nunca podemos desistir, porque sempre tem um novo dia, um novo começo e uma nova história.

E o que significa hoje?
- Hoje o esporte faz parte da minha base de vida, é muito significativo. Com tudo que eu vivi no esporte, gostaria muito que meu filho também tivesse a mesma experiência.

Competições que marcaram sua trajetória:
- Em 2007, o torneio de Águas de Lindóia, onde fomos vice campeões passando por times muito fortes como o Coritiba,o São Paulo e na final perdemos para o São Caetano. Na primeira fase já tínhamos perdido para eles, foi doloroso. E o Campeonato de Torcidas em Varginha (2017), marcou muito porque envolveu paixões, e você jogar representando seu time e para a maior torcida organizada do Sul de Minas é demais!

Conquistas que marcaram:
- Houve uma partida que me marcou bastante, e não foi a da final! Foi contra torcida do Atlético na SEMEL, pois a rivalidade já diz por si só. Rolou altas provocações deles durante a semana, e a gente ganhar aquele jogo de 2x0 foi a mesma sensação do meu time vencer o deles no clássico. Fora a torcida que deu um show!

Qual é ou foi sua rotina de treinamento?
- Hoje faço só algumas corridas durante a semana, a família e o trabalho ocupam demais o tempo, mas sempre dou um jeitinho!
Conciliar trabalho e esporte é muito difícil, trabalho fora e todo dia estou em cidades diferentes. A falta de tempo é o maior empecilho hoje.

Qual a sua maior alegria?
- A maior alegria foi sempre ter saúde para fazer o que eu gosto. As alegrias foram diárias!

Decepções ou frustrações?
- A maior frustração foi de não poder continuar. Todo garoto sonha um dia em chegar no profissional mas nunca foi fácil, e sem apoio e estrutura te leva a frustração.
 
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Seu esforço se dá por inspiração em alguém?
- Sempre foi meu já falecido avô Manoel. Quem me dava as chuteiras e pagava minhas viagens, sempre foi ele que esteve do meu lado.

Como estão seus planos para o futuro?
- Cuidar da saúde, trabalhar bastante e criar meu filho para ser uma boa pessoa e, quem sabe, um futuro craque (sonho de todo pai babão!).

Gostaria de fazer agradecimento? 
- Hoje não posso mais agradecer, mas sempre fui muito grato a meu avô Manoel de Brito, minha saudade diária.

Entrevista com André do vôlei, novo Secretário de Esportes de Varginha

        O Jornal PODIUM traz uma entrevista exclusiva com o novo Secretário de Esportes de Lazer de Varginha.      André “do vôlei” Pereira assumiu a Semel com o propósito de massificar o esporte. “Se você quer ter esporte de rendimento, é preciso dar oportunidade para muitos. Quanto maior o número de alunos, mais chances de revelar atletas”, enfatizou.
            Mas o esporte de competição não é seu único propósito. Seu intuito de assumir a Semel é organizar o esporte e voltar a ser referência na região. A princípio organizar a Semel: organização, disciplina e massificação!
            - Comparado ao corpo humano, a Semel é o coração do esporte. Toda família tem uma criança que necessita de atividade física. É a oportunidade de sair do sedentarismo e, onde depois podem se profissionalizar ou simplesmente tornar-se um adulto consciente dos valores do esporte -, disse André.
Varginha já revelou muitos atletas que hoje estão em grandes clubes nacionais e internacionais, seja no judô, handebol, futsal, vôlei, etc. Então, questionamos: as modalidades da Semel  estão paradas, o que pode ser feito?
- Boa vontade, não tem barreira. É difícil? Sim, mas tem como trabalhar sim. Tem que correr atrás; sempre corri atrás de parceiros e patrocínios, independente de Prefeitura - respondeu.
            André tem conhecimento das barreiras de trabalhar esporte, enfrentará a falta de estrutura física, humana e financeira.
            - Eu sei que Varginha não possui muita estrutura. A Prefeitura não possui ginásio para grandes eventos. Jogos importantes e competições profissionais. O que fomenta as escolinhas é quando você tem uma equipe principal.
E vai além: “Precisamos de estrutura para dinamizar o esporte. Por exemplo, você monta uma equipe em um certo bairro, trabalha na quadra daquele bairro e de repente chove durante uma semana, aí você volta a estaca zero”.

 Parceria com a comunidade

            A Semel tem 19 técnicos, não cobre o número de habitantes e de modalidades esportivas. Uma opção será cadastrar associações independentes para suporte e apoio a esses projetos: “Desde que estejam trabalhando corretamente”, disse.
            - É possível fazer chamamento público, dentro da lei do Marco Regulatório, e contribuir com esses trabalhos, abrangendo significativamente o atendimento a população. Existe mecanismo para ampliar as atividades, mesmo com pouco recurso!
Primeiro fazer a criança gostar do esporte para depois treinar
            Também é preciso movimentar as quadras e envolver a comunidade. Cuidar do bem público, ensinar que o patrimônio é da sociedade.
            - Meu sonho era Varginha ter ginásios. Equipes treinariam em dois períodos e a noite, envolver a comunidade no geral, com atividades de saúde e qualidade de vida.


Mobilizar para fomentar

Para brigar com grandes centros é preciso muito investimento. Falta mobilização e cultura de esporte no município. Varginha não tem um clube esportivo, como Caldense, CPN, Usipa, Praia Clube, etc. É uma cidade atípica na questão de esporte, onde tudo é bancado pela Prefeitura. 
André vai a busca de parcerias, com clubes, empresas e escolas. Não se intimida por aproveitar boas ideias:
- Eu conheço um pessoal em Jaraguá do Sul/SC, onde uma grande empresa doa uma verba, que é direcionada aos professores de educação física escolar para trabalharem extra turno. Então você tem cerca de 2 mil crianças praticando esporte e melhor, em ritmo de treinamento para competições. A cidade hoje forma atletas, com títulos nos Jogos Escolares, na Confederação e tem atletas em seleção brasileira.

Incentivo aos atletas

Hoje, o esporte compete com a tecnologia. O esporte traz custos diversos, seja transporte e material. Uma equipe esportiva requer muito mais que um técnico. “Precisamos de auxiliares, equipe de saúde, uniforme, bolas...”
            André vai trabalhar para oferecer apoio aos atletas, implantação do bolsa-atleta, vale transporte, bolsas de estudo e incentivo profissional.
            - A Semel precisa se reinventar. Vamos aproveitar um ensinamento dessa quarentena e incrementar as aulas virtuais (live’s), implantando vídeo-aula nos dias de chuva. O importante é não acomodar. É preciso trabalhar.

 Depoimentos de atletas

            Em quase duas décadas trabalhando o vôlei de Varginha, André tornou-se um mestre, transformando a vida de milhares de jovens através do esporte.
            Najara Santos Cesário começou a praticar vôlei aos 12 anos de idade, na Semel. Sua família não tinha nenhum atleta ou mesmo alguma identificação com esporte. Estudou Educação Física e atuava como monitora das escolinhas do Projeto Voleibol do Futuro. Com o tempo, quis aprimorar mais ainda sua formação profissional e investiu na segunda graduação: fisioterapia. Hoje, a Dra. Najara, sócia-proprietária da Humana Clínicas Integradas, é apoiadora do Projeto.


“O André para mim é um Paizão. Ele me ajudou tanto dentro de quadra, me ensinando como ser uma levantadora como fora de quadra me ensinando a lidar com responsabilidade, saudade da família e como ser uma pessoa melhor. Eu sinto muita falta de tudo que eu vivi e conquistei em Varginha e tendo ele como técnico. O André é uma pessoa maravilhosa, uma pessoa que posso contar a qualquer momento e um técnico extraordinário, como ele diz ‘sabe tirar leite de pedra’ ”.
Rose Evaristo


“André foi e continua sendo o grande responsável pela minha carreira no voleibol! Se não fosse ele eu não estaria onde estou!
Quando era mais nova, desisti várias vezes do esporte, mas o André sempre estava ali fazendo tudo que ele podia para que isso não acontecesse. Ele nunca desistiu de mim! Sempre foi um treinador, um pai, um grande amigo e sou eternamente grata a ele por tudo!
Desejo sempre sucesso e que Deus continue o abençoando!”
Gabriela Martins (Cubinho)


O “Alquimista do vôlei”

Imaginem uma equipe esportiva de escola pública, de uma cidade do interior, de um estado sem grande cultura esportiva. Agora imaginem essa equipe tornar-se bicampeã nacional dos Jogos da Juventude; e por fim, imaginem essa equipe tornar-se a quarta maior força no Campeonato Mundial.
            É mais difícil ainda imaginar todo o processo ao longo dessa caminhada. Foram muitos entraves! Desde documentação das atletas que sequer possuíam passaporte, até a greve dos caminhoneiros que parou o país.
            Pois bem, esse é o resumo da aventura do vôlei feminino de Varginha, há algumas décadas sob o comando de André Pereira. Sua rotina diária é de 12 horas de trabalho; sua equipe treina 7 horas por dia. 
- Tenho prazer em trabalhar. Por isso temos resultados. Se você quer fazer, não tem desculpa. As meninas do vôlei continuam treinando em casa, seja na república que tem 20 meninas, assim como as outras em suas próprias casas.
            André chega à Semel com o propósito de trabalhar para desenvolver o esporte varginhense. Questionado sobre dois fortes adversários, tempo (8 meses de gestão) e pandemia do COVI-19, a resposta foi enfática:
            - Tenho Deus!
E completa: “Não quero ser secretário de “gabinete”. Quero assistir treinos de todas as modalidades, quero trocar ideia com professores e com público. Aumentar os projetos da Semel: otimizar o trabalho de esporte.
            O Jornal PODIUM, que sempre torceu pelo desenvolvimento do esporte varginhense, acredita sim que muito em breve André será o “alquimista do esporte”.


sábado, 25 de abril de 2020

Caio Cristiano conta sua história

Caio Cristiano, de 32 anos, é jogador de futebol em Varginha. Sempre esteve envolvido com o esporte, mas foi através de um convite vindo de seu professor João Carlos que estreou nos campos.

“Esse esporte mudou minha vida, pois requer muita disciplina para jogar. Apesar do handebol e eu termos uma linda história, minha maior paixão é o futebol, como todo bom brasileiro. Atualmente jogo somente esse, parei com handebol há cerca de dois anos.

O esporte me livrou das drogas, meu deu uma oportunidade de conhecer pessoas, de ir a lugares aonde eu jamais poderia ter ido se não fosse por ele. Hoje significa paixão, disciplina e, para muitos, até uma válvula de escape”.

Entre momentos marcantes pelo handebol, destaca a vitória do JOJU de 2004 e o bicampeonato no ano seguinte; JIMI e o Mineiro quando ficamos em segundo lugar. Já com a bola nos pés, guarda com carinho momentos como no ano passado, em que ele e sua equipe conquistaram o terceiro lugar no Campeonato Amador, com a Mattos Calçados.

“Além disso, uma das melhores vitórias foi contra o time de Campestre no JOJU, em 2004 em Poços de Caldas, onde ganhamos a final em cima deles. A minha maior conquista foi jogando handebol no Mineiro, em 2007. Vice-campeão, premiação: artilheiro do campeonato e melhor atleta da competição”.

Hoje não treina, somente para jogar, mas mantém uma rotina como estilo de vida.

“Acordo cedo, entro na academia às 7h corro todo dia 5 a 8 Km e aos finais de semana, jogo futebol. Para mim, hoje a parte mais difícil é o tempo, são muitas coisas para fazer. Tenho pouco tempo, então às vezes não treino o que gostaria de treinar.

Mas não fico triste, sei que vivi uma extraordinária vida de atleta, e olha que não cheguei a ser profissional - nem pelo handebol e muito menos pelo futebol. Sou grato a Deus e a Semel, tenho a honra de ser um dos primeiros atletas da geração 2000, pelas conquistas que deixei lá e pelos grandes amigos.”

Caio afirma que sua maior alegria é poder deixar um legado de conquista e caráter e, no meio disso tudo, ter feito grandes amigos. “Meu time era minha inspiração, tive a honra de jogar com cada pessoa extraordinária e excepcional!”

Entre suas decepções pelo esporte destaca que passou por épocas difíceis devida a falta de dinheiro. “Muita falta, porém em alguns momentos tive grandes amigos dentro do handebol que me ajudava pra valer. Tanto é que até hoje somos muitos unidos!”

O atleta pretende focar-se em contribuir com o esporte da cidade de Varginha, e fazer que outras pessoas tenham oportunidade de viver o que ele pôde. “O esporte me ensinou disciplina, foco e persistência. Querer vencer dentro de campo, porém fora dele, fazer grandes amigos.”

“Dentro do esporte, sou grato a três pessoas. Primeira delas é o João Carlos, professor de handebol, que foi um pai para mim, acreditou e investiu seu tempo e dedicação. Ao ex secretário de esporte Alex Peloso, a quem tenho uma admiração enorme por tudo que fez no passado por mim - atitudes que até hoje refletir em minha vida. E também ao Geraldão do Canaã, que a muito tempo faz um trabalho excepcional e comigo não foi diferente, me incentivando desde criança a ser um grande atleta.”

“Quero parabenizar o Jornal PODIUM pela brilhante atitude, por querer escrever sobre grandes atletas de nossa cidade. As vezes damos importância somente para aqueles que ficaram famosos, mas e aqueles que o esporte transformaram em grandes cidadãos? Durante muito tempo tive receio de contar minha história para todos em Varginha, devido a cobrança e obrigação que tinha de me tornar profissional para ter sucesso. Somente hoje vejo que através de Deus e do esporte, obtive o sucesso. Hoje sou advogado, corretor de imóveis, missionário na Sara Nossa Terra, casado, excelente filho e um eterno atleta! Um menino pobre que catava papelão nas ruas de Varginha, viveu o que vivi por causa do esporte. E hoje estou no lugar que cheguei, posso dizer que o esporte valeu a pena em minha vida! Era um garoto pobre que, através de Deus e do esporte, se tornou homem de caráter.”

Texto: Maria Júlia Veloso