segunda-feira, 25 de julho de 2022

O JOJU está de volta

 A competição esportiva de base mais tradicional da região teve início neste final de semana com as disputas de futsal masculino na cidade de Baependi.

            Ao todo foram 29 equipes participaram das disputas em três categorias: Sub 13, Sub 15 e Sub 17.

A segunda etapa será realizada em Extrema, no mês de agosto e a final será em Passos, em novembro.

            Esta é a 31ª edição do JOJU – Jogos da Juventude, que é realizado pela Assesmig.

 

Semana tem disputa da etapa Estadual do JEMG

 Começa hoje, dia 25, a etapa Estadual dos Jogos Escolares de Minas Gerais 2022. A competição está sendo realizada em Uberaba e segue até dia 31 e terá a participação de 3.052 estudantes-atletas de 736 escolas públicas e privadas de 206 municípios mineiros competindo nas modalidades de atletismo, badminton, basquetebol, ciclismo, futsal, ginástica artística, ginástica rítmica, handebol, judô, natação, taekwondo, tênis de mesa, voleibol, vôlei de praia e xadrez.

            Varginha terá competidores nas modalidades de vôlei feminino, basquete e handebol masculino, atletismo, judô, natação e tênis de mesa.

            O handebol masculino está representado por André Luis Bernardes Júnior, Andrey Iago de Freitas Pereira, Davi Gomes Oliveira, Gabriel Caldeira dos Santos, João Paulo Bento Rodrigues Silva, Kalvin do Carmo Pereira, Luan Soares Veríssimo, Luis Otávio Baú Erias, Marcos Vinícius Bernardes Cavalcante, Pedro Henrique Pires, Ryan Messias Silva Abreu, Yan Barbosa da Silva e Wendrel Leocádio.

            “São atletas que treinam desde 2017/ 2018 em parceria com a Escola Estadual Professora Aracy Miranda. É uma equipe que vem competindo na categoria de base: nos festivais da Liga, nas Copas de Caxambu e no Fest hand e também completaram equipes de categorias maiores, então é uma equipe que vinha tendo bom desempenho até a pandemia”, conta a técnica Mavi.

“As dificuldades que vemos é o tempo que ficaram parados durante a pandemia e o ritmo de jogo que ainda está baixo, mas a equipe está se encaixando aos poucos e vamos fazer de tudo para buscar essa vaga inédita no brasileiro, já que é a primeira vez que o módulo 1 chega em um estadual”.

Em busca do título Open Internacional de Jiu Jitsu

 Antônio Fernando Galdino de Oliveira, 43 anos, 118 kgs, da equipe GFTeam Varginha, prepara-se para o São Paulo Internacional Open IBJJF, nos dias 18 e 19 de setembro.

            Campeão Brasileiro em 2019, o atleta começou a praticar jiu jitsu em 2017, na Team Giarolla através de um convite de Carlos Amorim. “Comecei já com 37 anos em meio a dificuldade por conta da modalidade, que necessita de mobilidade, força, agilidade e explosão”.

“Após a ida do Felipe para trabalhar no Qatar, me transferi para GFTeam Varginha do Mestre Thiago Kaneco, equipe que me abraçou e tem feito total diferença no meus treinos e acredito que grande parte da minha melhora nos resultados são dos professores e irmãos de treino que estão sempre apoiando no dia a dia”, contou o atleta.

            Seu primeiro campeonato foi um Open Internacional de São João, na cidade de São João da Boa Vista: “pra mim, que havia participado de esportes de equipe como futsal e basquete foi muito diferente, embora tenha ficado em terceiro lugar, me fisgou e me fez treinar mais para poder evoluir”. 

- Após isso comecei a participar de competições na região e o primeiro título veio em Boa Esperança, onde consegui ganhar a categoria e o absoluto. Em 2019 participei no meu primeiro Campeonato Brasileiro e consegui ser campeão, foi uma sensação indescritível. Minha maior decepção embora foi minha mãe não ter me visto ser Campeão Brasileiro, ela faleceu um ano antes.

Este mês, participou do Open de Betim, sua estreia na faixa Roxa e ficou com a segunda colocação tanto na categoria (master), quanto no absoluto (sem limite de peso). Fernando faz um agradecimento especial a Prefeitura de Três Corações pelo apoio no transporte para competição e ao motorista Roberto pela gentileza.

“Atualmente treino diariamente de segunda a sábado, além de treinos específicos trabalhamos também os treinos de competição que visam nos deixar preparados para as competições durante o ano. Nossa delegação, composta por 19 atletas, conseguiu ficar em segundo lugar geral da competição em Betim”, contou ao Jornal PODIUM.

Perspectiva agora na faixa roxa é conseguir competir bastante e abrir um projeto social aqui no bairro onde mora.

- Gostaria de agradecer ao Mestre Thiago Kaneco pelo apoio, suporte e por transmitir seu conhecimento e ser um exemplo dentro e fora do tatame. Ao grupo Unis pelo suporte a equipe GFTeam Varginha. Aos irmãos de treino pela amizade e treinos duros que nos preparam para competir em qualquer lugar.

“Meu incentivo vem da minha família a qual agradeço imensamente, pois sem eles eu não seria nada, minha esposa Mayra Cristina, meus filhos Marcos Vinicius e Pietra Sarom, a meu povo - os Galdinos - pessoas fantásticas!”, finalizou.


terça-feira, 12 de julho de 2022

Varginhenses em contagem regressiva para a Estadual do JEMG

         Entre os dias 25 e 31 de julho, acontecerá a etapa Estadual dos Jogos Escolares de Minas Gerais 2022, na cidade de Uberaba.

            O Colégio Marista de Varginha estará representado pela equipe de basquete masculino no Módulo I – 13 a 15 anos. O Time é formado pelos seguintes estudantes do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental: Adrian Hausler, André Luiz Scaronti, Daniel Krauss Brandão, Gustavo Tavares Kahler, Rafael da Lima Veiga Cava, Rafael Miranda M. P. Lisboa, Rafael R. Crippa, Thiago da Silva, Yago Pereira Mendes Cocunatto, Yan Dias Marcelino.

            A equipe comandada pela professora Ângela Venâncio manteve-se invicta nas etapas microrregional e regional. “Esses meninos fazem parte de uma crescente das escolinhas do Marista; treinam desde os 10 anos. Com a parada de dois anos e meio, retornaram agora e me surpreendi com a disposição que tiveram no Municipal, Microrregional e Regional. Estamos entre os melhores do Estado com um trabalho coeso, de dentro de um colégio que nos deu a oportunidade de conhecê-los desde as raízes, sem infiltração de atletas de fora”, comemora “tia” Ângela.

 

Bairrão 2023

 


A Prefeitura de Varginha já está selecionando as equipes para o BAIRRAO/2023.

Serão 16 equipes com início previsto para março.

A competição vale duas vagas para o AMADORZAO/2023.

Informações e cadastro com Maurinho da Liga: 998972018.

sábado, 9 de julho de 2022

Vem aí o AMADORZÃO 2022


 Tudo pronto para o Campeonato de Futebol Amador de Varginha!

            O Departamento Técnico do Amadorzão 2022 confirmou a abertura da competição para o dia 14 de agosto no Estádio Rubro Negro.

            A competição terá a participação de 16 equipes, movimentando mais de 500 atletas amadores.

CHAVE A: Bonsucesso, Fertipar, Frangobel, Libertas, Mattos Calçados, Registânea, São Bento e São José.

CHAVE B: América, Barcelona, Corcetti, Figueirinha, Nav, PSG, Roma e São Sebastião.



terça-feira, 6 de abril de 2021

Daí conta sua história no Rugby

Nome: Daiane da Silva

Apelido: Daí ou Tratorzinho

23 anos

Esporte: Sempre fui apaixonada por esportes. Já fiz futsal, jiu jitsu, muay thai e capoeira. Atualmente natação, corrida e o meu predileto, é o Rugby.

O que te faz apaixonada por essa modalidade? O Rugby me chama atenção pela questão dos valores. A forma de tratamento com as pessoas é diferente. Não tem estereotipo certo, qualquer um pode jogar, e o respeito, disciplina, solidariedade, paixão e integridade são característica que devem ser constantemente desenvolvidas.

Como começou a praticar? Conheci o Rugby por acidente. Como moro nas imediações do bairro Padre Vitor, sempre vi algumas pessoas usufruindo do batalhão da polícia militar e do estádio municipal (melão) para treinos. Achei bacana e curioso, até que aos 16 anos tive a coragem de me aproximar.

Sempre aparvalhada no esporte, sumi depois de uns meses, categorizando por aí. Voltei em 2018, bateu saudades e realmente estava muito parada por questões de fase acadêmica e preocupações, mas saúde é importante, não é pessoal?

Atualmente ainda pratico o esporte. Aos sábados à tarde treinamos no campo da escola Polivalente no Barcelona, uma parceria muito bacana de confiança com a modalidade e tudo que ela pode oferecer para a cidade. Hoje em dia me sinto fascinada por tudo que pude aprender e como o rugby é sem duvidas uma grande família. Fronteiras nem pensar, já são amizades de todos os lados e me sinto bem e feliz desta forma, sempre buscando ajudar, aprender e estender a mão. 

O que o esporte significa? No começo, eu via o Rugby como uma diversão e, sempre preocupada com a saúde, uma forma de sair da inercia, perder uns quilinhos indesejados e ganhar novas amizades.

Resiliência é o significado maior, sem sombra de dúvidas. São oportunidades escancaradas de diversas formas, desde a melhora de si mesmo até a melhora do ambiente à sua volta. É aprender a lidar com diversas situações dentro e fora de campo, aprender a respeitar as pessoas e suas dificuldades, entender que vai muito além do que eu mesma e o universo ao meu redor. Um constante aprendizado de muita paciência.

Fale sobre a primeira competição que participou. Minha primeira competição foi em Uberlândia, uma das etapas do campeonato mineiro. Uma loucura evidente, pois fazia 15 dias que eu tinha entrado para o Rugby eu não sabia nada, muito menos o que estava fazendo ali. Foi total aprendizado e litros de coragem. Inesquecível! Claramente não chegamos à final, mas nem sempre a vida é sobre ganhar ou perder. Enfim, a experiência deste dia repercute até hoje. 

Qual é sua rotina de treinamento? Em constantes adaptações para o momento atual, mencionei que paciência é tudo, não é? Hoje corro e nado para tentar manter a condição física e melhorar a resistência, velocidade e força. Ótimos aliados inclusive da ansiedade, que ouvida me faz querer comer muito doce.

Qual a parte mais difícil : Nossa, escolher uma parte difícil para o Rugby é complicado, afinal, ele é cheio de obstáculos. Desde o conhecimento da modalidade ao apoio, captação e manutenção de atletas, patrocínios, enfim... o caminho tem muitas pedras, o reconhecimento da modalidade ainda é muito pequeno e olha que o futebol originou-se do Rugby.

Seu maior orgulho na carreira? Não posso dizer que tenho carreira no Rugby, até aqui o pouco que fiz foi de coração e com muito carinho almejando um dia o crescimento da modalidade. Aquele 1% de apoio tentando ser 1% melhor a cada dia, entende?

Qual a sua maior alegria? Me sinto extremamente feliz ao ver as pessoas se superando. Não foram poucas as vezes que me abordaram perguntando se poderiam correr, lutar, malhar ou jogar Rugby e se estavam dentro dos padrões. Ao meu ver, o corpo ideal é aquele que tem uma pessoa feliz dentro dele, não precisa seguir padrões, só esteja atras da sua melhor versão. Tenha saúde, o resto vem.

Qual a maior decepção ou frustração pelo esporte? Acredito que um esporte tão bonito precisaria de mais apoio. É triste querer investir em algo que engrandece seu coração e a vida das pessoas sem exceções, mas que não tem como por diversas vezes se manter ou sonhar o próximo degrau.

Tem um ídolo? A palavra ídolo é muito forte, mas admiro muito Kwanieze John por sua trajetória de dedicação e liderança nesse esporte.

Porque ele te inspira? Pensamentos globais acompanhados de atitudes a fizeram sentar em mesas importante, contudo mantendo sempre a humildade e foco nos seus objetivos.

O que você faz para também ser assim? Me coloquei como eterna aprendiz do Rugby e da vida, portanto o amanhã sempre me trará algo novo. Mas ressalto que não fazemos nada sem as pessoas, respeita-las é fundamental. Está certo que ainda não sou quem eu gostaria de ser, mas tento evoluir 1% a cada dia, sempre aprendendo com os meus erros e os dos outros. Afinal, tem coisas que não precisamos passar, basta prestar atenção aos detalhes.

Perspectivas para o futuro? Sim, claro. Vamos trabalhar em cima dos sonhos do clube e das necessidades da comunidade, unindo o útil ao agradável e assim, pensando em equipe, com inteligência e prudência, talvez consigamos deixar uma marca significativa. 

Gostaria de fazer agradecimento? Gratidão é fundamental, sempre a Deus e a minha família, não esquecendo os amigos e colegas formados durante o trajeto da louca estrada da vida. Aos nossos parceiros de projeto Adila Lopes (Runners Viagens), nosso treinador físico Tulio, que comprou a ideia louca de sonhar ao Celso Garcia (Coach Emocional) que muito nos ajudar a segurar as emoções da pandemia. E a tantos outros admiradores aos quais estamos no inicio de grandes amizades. #juntosomosmaisfortes

Como essas pessoas ajudaram? O apoio e a troca de ideias que compram meus loucos sonhos e estratégias desenhados em quadros de giz não tem preço, muito obrigada sempre!

Qual a dica que você tem para aqueles que são menos experientes que você no esporte? A meu ver, na vida só existem duas vertentes: para cima e para baixo. Primeiramente, se chegou a cogitar jogar o Rugby fique tranquilo, ele te escolheu bem antes que você a ele, sua vida jamais será a mesma. As amizades são diferentes, os jogos e as comemorações também. Então por fim, sejam bem-vindos a família Rugby, onde quer que estejamos, somos sim um bando de loucos.

Observações: O Minas Rugby estará sempre de portas abertas a recebê-los seja você, atleta, apoiador, admirador e patrocinador. Não existe time sem atleta e sem torcida, um complementa o outro, basta escolher seu “lugar”.

terça-feira, 30 de março de 2021

Vereador Cristóvão intercede por cobertura do Nego Horácio

 

O vereador Cristóvão Vilas Boas Sandi solicitou ao Senhor Prefeito Municipal para tomadas de providências cabíveis, através da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos e da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, para construção de cobertura das arquibancadas do Estádio Nego Horácio, localizado na Rua Londres, bairro Vila Barcelona.

            “Esta é uma medida necessária, pois a cobertura proporcionará melhores condições de uso do referido estádio, tendo em vista que os usuários do local não precisarão ficar expostos ao sol e à chuva”, justificou.

            Cristóvão destacou seu intuito de valorizar e incentivar o esporte no município, vez que a prática de esporte reflete de forma positiva na sociedade.

            “Cabe ainda ressaltar que já existem recursos financeiros de uma emenda parlamentar destinada pelo Deputado Federal Dimas Fabiano que, conforme tratativas, parte será destinada à cobertura das arquibancadas do referido Estádio”, finalizou.

            A proposição foi apresentada na reunião do dia 24 de março e contou com assinaturas dos vereadores Apoliano, Carlinho da padaria, Bebeto, Dandan, Dr. Lucas e Thulyo.

quinta-feira, 18 de março de 2021

História da Corrida de Jovens e Adultos de Varginha

  

Como surgiu? O professor Lauro Cezar contou ao Jornal PODIUM, confira:

Em 2011, quando lecionava para os alunos do EJA da Escola Afonso Pena, um deles me pediu para realizar um projeto além dos muros da escola.

Pensei naquele momento em uma caminhada, mas o que me chamou a atenção foi a ideia de realizar uma corrida de rua simples específica com alunos do EJA das escolas da cidade.

No início de 2012, visitei todas as escolas da cidade e fiz a divulgação do evento.

Para minha surpresa, no dia do evento tivemos 100 inscritos nessa primeira edição, sendo a grande maioria de atletas amadores e profissionais das cidades vizinhas e apenas dois alunos do ensino EJA de Varginha.

Em 2013, fiz uma reformulação no evento, buscando novas parcerias, trazendo toda a tecnologia da época e um novo percurso de 5 km com a largada e chegada na Praça da Fonte. 

Naquele ano, a Câmara Municipal aprovou por unanimidade a corrida para fazer parte do calendário oficial de eventos do Município.

Em 2014, tivemos mais uma inovação, fomos a primeira corrida de rua da cidade a ter uma cobertura ao vivo por uma rádio local.

E assim fomos até 2016, com esse evento que mobilizou atletas da cidade, da região e de outros estados, como São Paulo, Rio de Janeiro.

Claro, que tivemos atitudes que foram questionadas por diversos atletas, mas todas as normas, regulamentos, prestação de serviços foram formuladas com base em regulamentações oficiais, como a FIA: Federação Internacional de Atletismo e outros órgãos competentes. 

Em 2017, fizemos a primeira exposição esportiva no Museu Municipal com o nome: Varginha: O Templo da Arte de Correr.

E assim, ao encerrar essa trajetória e relembrar momentos que marcaram o Esporte na cidade, somente tenho que agradecer a todos os atletas amadores, profissionais, parceiros, patrocinadores e a todos que participaram desses momentos de muita emoção na Corrida de Jovens e Adultos de Varginha.

            Em 2017, fui convidado pela Aciv para realizar uma corrida de rua para o evento Café Com Tudo, e assim surgiu a Corrida do Café, realizada até o ano de 2019. Desde 2020 não foi possível a sua realização devido a pandemia do Covid-19. Mas, desejamos em breve realizarmos novamente esse evento tão importante para a cidade de Varginha. 

Novos tempos

Já me perguntaram sobre o motivo de não dar continuidade a Corrida de Jovens e Adultos de Varginha, já que a mesma é uma lei municipal e faz parte do calendário oficial de eventos da cidade, e essa pergunta é muito simples responder:

- Atualmente tenho uma empresa de cursos e Palestras de Capacitação e sou Professor de Educação Física há 13 anos. Inclusive, temos um curso de Capacitação para organizadores de corridas de rua com o nome: Organização e Administração de Corridas de Rua.

Parabenizo os organizadores das corridas atualmente realizadas em nossa cidade. Realizar um evento exige coragem, responsabilidade e compromisso.

Por fim, a nossa cidade é um celeiro de grandes atletas.

            Parabéns Varginha por ser uma terra de grandes talentos e obrigado em especial ao Jornal PODIUM pela parceria de sempre!