terça-feira, 31 de março de 2020

Graziani: de promessa ao pai ao respeito máximo


              Graziani tem o futebol na veia. Desde pequeno começou a praticar o esporte na fazenda Mascatinho, seu pai Juberto foi um dos pilares e por muito tempo presidente do Mascatinho Esporte Clube. Juberto infelizmente veio a falecer e Graziani com uma promessa para si mesmo, deu continuidade ao trabalho do pai. Sua família toda jogou na equipe, que começou com seus avós, passou pelos seus tios e seu pai, até chegar a ele e seus primos. Entre 2016-17 o time chegou a ficar 38 partidas invicto, comandados por Graziani, Reginho, Gererê, Alisson, Denis Zambeli e Pedro, a equipe era uma verdadeira sensação nos gramados rurais.
Após o grande sucesso, o Mascatinho entrou em sua primeira competição intermunicipal em Monsenhor Paulo, terminando em terceiro lugar. Dois anos depois o Mascatinho entrava nas competições regionais. Em 2019, mesmo sem Graziani, a equipe foi terceira colocada no Varginha Cup Regional.
Graziani começou como um rápido atacante ainda no aspirante do MECTT; com velocidade e vitalidade, logo passou para equipe titular. Os anos de sucesso continuaram, Graziani chegou ao antigo VEC. Tempos depois Graziani descobriu um novo talento, o de ser goleiro. E a partir daí, a fama veio por completo. Defesas incríveis e agilidade debaixo das traves, levaram o goleiro para grandes clubes de Varginha, como São Sebastião, Vargeana, Fertipar, dentre outros. 
Admirado pela postura ética e de companheirismo, Graziani ganhou além de títulos, um respeito gigante por todos, sejam eles de dentro ou fora do futebol.
Hoje devido ao serviço, Graziani reside em Rio Pomba, uma pequena cidade em MG. No entanto, ainda assim acompanha e torce para o futebol varginhense, craque dentro e fora de campo, Graziani ganhou respeito e continuou muito bem o legado de seu pai.

Texto: Alisson Marques

Brendinha fala de suas conquistas no atletismo


Nome: Brenda Letícia Candido
Apelido: Brendinha
Idade: 18 anos
Esporte: Atletismo

Como começou a praticar?
- Aos 13 anos, na escolinha de atletismo

Fale sobre a primeira competição que participou:
- Minha primeira competição foi os Jogos Escolares da Juventude, onde me consagrei campeã do 75m rasos e do 4x75m. Foi um momento importante e engraçado porque no meio da competição, às 18hrs a luz tinha acabado no estádio e mesmo assim a competição continuou.

Fale sobre a primeira vitória:
- A emoção era enorme, eu gritei muito. Eu não imaginaria que ganhasse porque tinha muitas atletas mais preparadas que eu, e com dois meses de treino eu já ganhei!!

Gostaria de fazer algum agradecimento?
- Agradecer todos os meus professores/treinadores que me apoiaram e ajudaram com meu crescimento pessoal e nas pistas. A minha paixão pelo esporte vem de profissionais que se dedicam pra dar o melhor pra tudo! Suas histórias e palavras, eu gravo sempre na minha memória e no coração. Obrigada por tudo!

Qual a maior alegria?
- Ver que pessoas se inspiram na gente.

Perspectivas para o futuro no esporte?
- Competir em outros países, melhorar meu rendimento ainda mais, ver minha equipe em outras competições fora da região e do Estado. Ver meus companheiros ganhando seu espaço, ser reconhecido pelo seu mérito!

Mensagem:
- Competição é fácil, o difícil está nos bastidores. Usain Bolt.

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Royce Henrique conta sua história


Nome: Royce Henrique de Souza
Apelido: Jow
Idade: 26 anos

            Hoje, com 26 anos, Jow conta que já praticou diversas modalidades: futebol, natação, vôlei, basquete, futsal, handebol e atletismo.
Começou aos 11 anos, na Semel.
A primeira competição foi em um campeonato da cidade quando tinha 11 anos, e depois, aos 13, participou do Sul Mineiro com o time AVE.
- Consegui medalhas quando jogava campeonatos da cidade, mas as mais importantes foram em 2017, vice-campeão do Bairrão e do Amadorzão, e consegui o primeiro prêmio individual em Monsenhor Paulo, um troféu em 2015 como o melhor jogador da partida, - contou ao Jornal PODIUM.

Agradecimentos
- Queria agradecer pelas oportunidades que tive e agradecer ao AVE esporte que me ensinou a ser esse jogador de raça e competitivo.

Maior alegria:
- Primeiro é meu Filho e depois jogar futebol, que é minha vida.

Decepção:
- Quando tinha 17 anos estava em Curitiba na escolinha do Paraná Clube e deixei meu sonho por amor a uma mulher, a mãe do meu Filho.

Mensagem:
- Não desista do seu sonho, não jogue fora a oportunidade que você tem, pois com o tempo nada disso voltará, será tarde. Acredite em você sempre porque você é a única pessoa que pode mudar seu próprio caminho, você é a única pessoa que pode lutar pelos seus Sonhos.
E, à minha mãe Marcela Divina de Souza...Te amoo


segunda-feira, 30 de março de 2020

Dandan conta sua história


Nome: Daniel Farias
Apelido: DANDAN
Esporte: Futebol

Como começou a praticar?
- Comecei a gostar de futebol ainda muito novo, no campinho de terra próximo a minha casa, aos 9 anos e por incentivo do meu pai fui pra escolinha do ESTRELA F.C.
Na mesma época treinava também na antiga seleção de Varginha. Logo no primeiro campeonato ainda jogando pelo ESTRELA fui vice-campeão da cidade na categoria nascidos em 88/89, eu era mais novo que os demais, pois nasci em 1990 e mesmo assim consegui meu espaço na equipe.
Ainda aos 9 anos, passei a jogar no Cruzeirinho que era uma escola do Cruzeiro na nossa cidade e lá tive a melhor fase e as maiores alegrias e fiquei lá de 1999 a 2004.
Também joguei no Botafogo de Varginha e depois no AVE, onde disputamos campeonatos dentro e fora da cidade.

Clubes que já defendeu no Futebol Amador de Varginha:
- MILAN, MINASUL, REGISTANEA, SÃO BENTO, MATTOS CALÇADOS, SÃO SEBASTIÃO e atualmente FIGUEIRINHA.

Qual a maior decepção ou frustração?
- Não tenho decepções no esporte ,pois fui e sou muito feliz jogando futebol, que é o que mais amo fazer.

Perspectivas para o futuro:
- Espero ainda ser campeão amador em Varginha, pois é um título que ainda não tenho.

Mensagem:
- Gostaria de agradecer a todas as pessoas que amam e fazem um belo trabalho no futebol de Varginha, sou muito grato a todos os treinadores que tive e a toda dedicação que eles têm a cada dia, tanto pela Base quanto no futebol amador.


Gabriel Assis conta sua história no vôlei


Nome: Gabriel Assis
Apelido: Mutante
Idade: 16 anos
Esporte: Vôlei

Como começou a praticar?
- Jogando com os amigos

Fale sobre a primeira competição que participou:
- Foi incrível, toda aquela tensão, aquele frio na barriga, cobrança do técnico, medo de errar, insegurança de fazer qualquer coisa, agradeço por ter passado tudo isso, fez total diferença para mim.

Fale sobre a primeira vitória:
- Foi uma sensação incrível de satisfação e conquista.

Gostaria de fazer algum agradecimento?
Sim, gostaria de agradecer ao meu treinador (Wesley) e ao assistente técnico (Alex) pelas cobranças, dicas, críticas, acertos e principalmente pela oportunidade que me deram.

Qual a maior alegria?
- Terem me dado uma oportunidade e não terem desacreditado de mim

Qual a maior decepção ou frustração?
- Ter insegurança de fazer algo em um momento decisivo, em que eu poderia agir de forma diferente, mais não agi devido ao medo.

Perspectivas para o futuro no esporte?
- Depois que eu aperfeiçoar todos os fundamentos nos mínimos detalhes, quem sabe.... mas mesmo assim, não vou estar satisfeito.

Observações que desejar acrescentar:
- Se você quer algo, corre atrás! A única pessoa que pode impedir que você faça alguma coisa é você mesmo.

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John Dalton conta um pouco de sua história


Nome: John Dalton Luiz de Oliveira
Apelido: Cenoura
Idade: 36 anos
Esporte que pratica, ou praticou: Futebol

Como começou a praticar?
- Incentivo dos amigos aos 13 anos

A primeira competição:
- Foi na Copa BH de Futebol Júnior em Belo Horizonte, com a equipe do Botafoguinho. Foi uma experiência incrível para mim.

O primeiro título:
- Meu primeiro título foi também no Botafoguinho, em cima da equipe do Paraná no Melão em Varginha na categoria júnior, o melhor time que já joguei.

Gostaria de fazer algum agradecimento?
- Agradeço ao meu amigo irmão Paulão, goleiro que me treinou e me ensinou tudo que hoje sei.

Qual sua maior alegria?
- Estar com a minha família

Frustração?
- Quando fiquei três anos sem jogar bola

Perspectivas para o futuro no esporte?
- Adquirir experiência para minha vida e passar o conhecimento para meus filhos. Enfim, ser feliz.


Lúcio conta sua história no handebol


Nome: Lúcio Expedito da Cruz Vicente
Apelido: Lucinho
Idade: 31 anos

Prático handebol de forma amadora, aos finais de semana, campeonatos que são realizados em feriados e tento conciliar para que não atrapalhe no horário de trabalho, sou Motorista Carreteiro.
            Dos 8 anos de idade aos 13 pratiquei futebol e futsal, de 13 até hoje só handebol.
Comecei a praticar o handebol por incentivo de amigos e da minha mãe Dona Dulce, na Semel com o Professor João Carlos onde na época eu tinha 13 anos.
Minha primeira competição foi a Liga Sul Minas, na categoria Infantil onde a equipe foi campeã no ano de 2003, dali em diante eu e meus companheiros de equipe fomos adquirindo condicionamento físico, conhecimento tático, mais títulos vieram e importantes colocações em campeonatos tradicionais aqui em Minas Gerais, como Jimi, Joju, Campeonatos Mineiros na categoria Juvenil e Júnior, Lidarp e Liga Minas.
Agradeço a todos os professores e amigos de equipe que estão comigo durante essa caminhada no handebol que se completam 18 anos.
Fiz grandes amizades dentro e fora das quadras, apesar de não ser um atleta profissional fico feliz por mim e meus companheiros, que hoje somos cidadãos de bem, pais e mães de família e mais feliz ainda pelos que se tornaram atletas profissionais, das várias modalidades esportivas que iniciaram suas caminhadas da mesma forma que eu, ali com os professores da Semel.
E não posso deixar de agradecer ao meu filho Giovani Silveira Cruz, de 10 anos sempre junto nas competições que participo, tento passar bons exemplos pra ele, pra ser um cidadão de bem no futuro, sendo atleta ou não.

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Conheça a história do Renning

Nome: Renning Moura
Apelido: Mancini
Idade: 32 anos

Esporte:
- Futsal profissional e agora jogando campo amador

Como começou?
- Nas quadras dos bairros Pinheiros, São Geraldo e Corcetti. Joguei na escolinha do Evadson, joguei com turma da escola e dos bairros. Meu pai sempre me incentivou desde os meus 4 anos.

A primeira competição:
- Minha primeira competição foi no ginásio do Marcão, no time do João Ferreira. Primeiro campeonato e já fui logo campeão, sendo o melhor goleiro da competição naquela época, experiência incrível.

Como se tornou profissional?
- Me destacando nos campeonatos aqui da região, como Jimi e Sul Mineiro, tive a oportunidade de ir pra Santa Catarina graças ao Evadson Rosa e ao Atílio Dias, de Campanha.

Qual a primeira equipe profissional?
- Foi a Unisul (Santa Catarina) time da Liga Nacional de Futsal

Quais as equipes que jogou?
Unisul (Santa Catarina)
Atlético mineiro (MG)
Álvares vitória (ES)
Seleção Brasileira Universitária (CBDU)
Politech (Rússia)
Qatar Sport Club (Qatar)
Zheijiang Dragon Futsal Club (China)
Gansu Mass Ray (China)
Universidade de Vila Velha 2008

Títulos conquistados:
Campeão Mineiro 2006 e 2007 (Estadual mineiro)
Olimpíadas de Campanha 2006
Campeão Capixaba (Estadual Espírito Santo) 2008 e 2009
Copa Espirito Santo 2008 e 2009
Campeão do JUBS (Jogos Universitários Brasileiros) 2008
Campeão da Copa Alterosa de Futsal (Lavras 2009)
Campeão da Copa São Petesburgo (Rússia 2010)

Agradecimento:
- Gostaria de agradecer a todos os meus amigos, meus pais e familiares, amigos, aos atletas que jogaram comigo e aos que me enfrentaram também. Ao professor Evadson por ter me incentivado nesse esporte (futsal) que graças a toda torcida e muito empenho de minha parte, realizei meu sonho de ser um atleta profissional de futsal durante 11 anos.

Qual a maior alegria?
- Ver meu pai feliz em me ver jogando, já que depois de tantos anos jogando fora do país, hoje ele consegue acompanhar seu filho jogando, com a certeza que eu consegui chegar onde sonhei.

Frustração?
- Não tenho!! Tudo na vida é um aprendizado.

Perspectivas para o futuro no esporte?
- Melhorar da minha lesão e poder jogar em alto nível, igual eu joguei a minha vida inteira.

Mensagem:
- Que se você trabalhar duro e se doar tudo o que tem, você chegará ao seu objetivo mais cedo ou mais tarde. Não importa se é agora ou amanhã. Uma hora chega! Basta acreditar em você e nunca desistir.



Angélica fala da importância do esporte na sua história

Nome: Angélica Leal de Almeida
Apelido: Sarada
Idade: 36 anos
Esporte: Basquete

Como começou a praticar:
- Desde criança passei por escolinhas de diversos esportes e comecei a praticar basquete para poder viajar. Na época eu tinha 12 anos e comecei na escolinha no VTC com a Silvia Amorim de Carvalho. Meus pais sempre me incentivaram no Basquete.

A primeira competição:
- A primeira competição que participei foi o Jogos Escolares onde fomos campeãs e tivemos a oportunidade de ir para a fase estadual e logo depois na Fase Nacional, nas Olimpíadas escolares.

O primeiro título:
- Vim de uma família muito carente financeiramente, então o primeiro título, que foi o Campeonato Mineiro de Basquete, abriu portas para que eu pudesse viajar, conhecer outros lugares, outros costumes e cultura. Com o basquete conheci o Brasil inteiro e me tornei com certeza uma pessoa muito melhor. Fui por várias vezes atleta da seleção mineira de basquete em diversas categorias.

Agradecimento:
- Gostaria de agradecer primeiramente a Deus e depois a Silvia Amorim de Carvalho, Alex Peloso Figueiredo que sempre me ajudaram em todas as situações difíceis que passava na época de atleta.

A maior alegria:
- A minha maior alegria é saber que me tornei quem sou hoje, uma mulher negra vitoriosa com curso superior, vencedora. E o Basquete me proporcionou tudo isso, pois foi através dele que tive uma bolsa de estudos que garantiu minha faculdade de Educação Física, onde sou muito, muito feliz.

Frustração?
- Minha maior frustração foi não ter conseguido entrar para algum time e jogar profissionalmente, tendo oportunidade de ir para seleção brasileira.

Perspectivas para o futuro no esporte?
- Hoje em dia, trabalho na área escolar e com natação onde indico vários alunos para diversos esportes na cidade. O esporte em Varginha precisa ser mais incentivado, precisamos de mais projetos sociais. Varginha sempre foi muito forte em Minas Gerais e precisa ter o verdadeiro destaque novamente.

Mensagem:
- Gostaria de ver o esporte de nossa querida Varginha devidamente valorizado e prestigiado, como antigamente. Gosto muito do futebol, mas acredito que temos muitos outros esportes que precisam de apoio pelo potencial que tem.

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Vamos conhecer a história do Ebinho


Nome: Webster Zanin
Apelido: Ebinho
Esporte: Futebol

Começou sua trajetória no futebol na cidade de Monsenhor Paulo - MG, defendendo a equipe principal sub-7 da cidade.
Atuou lá até seus 13 anos, onde a convite de Paulinho treinador do Botafogo de Varginha iniciou sua jornada nesta cidade.
Aqui também defendeu equipes dirigidas pelo conhecido professor Edinho e foi jogador do sub-20 da equipe do Roma, comandada pelo treinador Carlinhos. Em 2019, chegou a defender as cores do Manchester no Bairrão.
Ebinho também já teve oportunidades em times do interior de São Paulo, onde defendeu o sub-17 do Comercial, Independentemente e Inter de Limeira.
Atualmente joga a Copa Alterosa de Futebol Amador por sua cidade natal (Monsenhor Paulo) onde diz que é um desafio para o time que está habituado a frequentar as quadras da região e não os campos.
No futsal disputou na região o Josul, Taça EPTV de Futsal e Copa Alterosa de Futsal (ambas com uma edição cada), e disse ser seu time de coração na região, onde construiu um laço de amizade muito grande com os integrantes da equipe.

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Kakau conta sua história no atletismo


Nome: Kauanny Jenyffer Aparecida Jassé dos Reis
Apelido: kakau, kiwi
Idade:16 anos
Esporte: Atletismo (corrida)

Como começou a praticar? 
- Tinha 10 anos. No JEMG 2013 aqui em Varginha, resolvi me inscrever na prova de 1000M e conquistei o 1º lugar.

Incentivo dos pais? 
- Sim, tenho muito incentivo pela minha mãe Cristina. Desde o início vem me dando muito apoio nas competições e treino.

Gostaria de fazer algum agradecimento? 
- Queria agradecer muito minha família por sempre me apoiar e estar torcendo por mim, e ao meu treinador Aléxis pelos treinos, pela pressão e por me incentivar em todas competições.

Qual a maior alegria? 
- Por ter sido campeã na prova de 800 metros na São Silvestrinha de 2019. E também ter ficado em 3° lugar em no JEMG de 2019 em Salto em altura.

Qual a maior decepção ou frustração? 
- De não ter ganhado algumas competições que seriam importantes pra mim.

Perspectivas para o futuro no esporte?
- Me esforçar o bastante e ser conhecida pelo mundo, levar meu talento pra fora, dar mais orgulho pra minha família.

Mensagem:
Que Deus possa continuar me abençoado, me dando força a cada dia pra nunca desistir de um sonho que é ser uma grande atleta brasileira.


Soró conta um pouco de sua história


Nome: Luciano Vitor Santiago 
Apelido: Soró
Idade: 37 anos
Esporte: futebol

Comecei tarde, com 21 anos no Itabira onde joguei por oito anos, depois não tive mais oportunidade.
Primeira competição Campeonato Mineiro módulo 2, vice-campeão com o Valeriodoce Esporte Clube. 
Agradecer muito o treinador Porvinha, que hoje comanda grande equipe de Coqueiral, onde ele veio me dar muitos conselhos no futebol.
Expectativa no futebol é ser campeão no Amadorzão pelo São Bento em 2020.
O São Bento ano passado foi chamado para disputar o Amador, onde a equipe não conseguiu a classificação para a fase de mata-mata, mas esse ano de 2020 a equipe conta com vários reforços e promete chegar na grande  final no Amadorzão.


domingo, 29 de março de 2020

Um visionário do Vale-Tudo na era do UFC!

              Muitos pais, amantes de esportes, poderiam sonhar com uma grande história de superação dentro desse mundo para os seus filhos. Com direito a crescimento pessoal, em tal escala, que o personagem mirim viria a adquirir o poder de impactar positivamente a vida de atletas da cidade inteira; conquistas em escalas nacionais e internacionais, em lugares onde só os melhores chegam - mudando a sua própria vida, da família, e de uma região. Esse sonho provavelmente encontra-se como uma pequena chama em muitos corações varginhenses. O que poucos sabem, entretanto, é que já é uma realidade para alguém!
            O atleta e professor Marcelo Ribas, e sua família, fizeram de sua história uma que vale a pena ser contada. Nascido e criado em Varginha, sul de Minas, Marcelo iniciou sua extensa jornada na escolinha da CBC, aprendendo judô com o Sensei Okano e futebol no Flamenguinho, com o professor Simonal. Sempre incentivado pela mãe, chegou a jogar futebol profissionalmente no Cruzeiro, em Belo Horizonte, mas seu coração escolheu mesmo o caminho das lutas.

OS TÍTULOS
            Demonstrou sempre um dom atlético muito grande, o que o ajudou muito, mas sua dedicação diária é que o tornou melhor, conseguindo atingir várias conquistas. Entre eles o título de Campeão Intercontinental, Brasileiro e Sul-americano de Kick Boxing, e até seu nome no GUINNESS BOOK, como Recordista Mundial de Abdominais. E ainda: Campeão Brasileiro, Sul-Americano, Pan-Americano, Paulista e Mundial de Jiu jitsu; Campeão Paulista de Boxe; Campeão Mineiro e Brasileiro de Vale-Tudo; Campeão Paulista, Brasileiro, Sul-Americano e do Mundo de Contato Total Português.

O INÍCIO
            Mas a luta nem sempre esteve na moda como nos dias de hoje. O atleta, que trouxe o Kick Boxing, Muay Thai e Vale-tudo “MMA” para Varginha e Minas Gerais, sofreu muito preconceito nos primeiros anos:
            Noventa por cento das pessoas que praticam esses esportes em Minas, foram meus alunos, ou alunos de pessoas que treinaram comigo. É muito engraçado isso! Hoje, vendo tantas pessoas praticando, eu me sinto orgulhoso em saber que fui o primeiro e me chamavam de louco”, ele conta.

O AUGE
            Com tantos anos dando seu sangue por essa paixão ao esporte e aos alunos, Marcelo passou por grandes decepções. Conta como assistiu talentos desperdiçados por escolhas financeiras, mas se orgulha profundamente da contribuição que pôde fazer no passado. Porém, o seu maior orgulho veio de sua própria filha: 
            Quando coloquei o meu pé na pesagem do UFC pela primeira vez com minha filha, Amanda Ribas! Foi a maior alegria da minha vida! Hoje se eu morrer, estou realizado, pois estou levando o nome de nossa cidade para o mundo como ninguém fez até hoje, com uma explosiva visibilidade mundial”, conta o pai.
            Seus filhos, Amanda e Arthur Ribas, abriram as porta dos eventos nacionais em TV para todos os atletas do pai: Jungle fight, Shooto, Max Fight, Future, etc. “Hoje tenho atletas lutando ao vivo em TV para todo Brasil e mundo. Agora, Amanda abriu também as portas do UFC e eventos internacionais. Logo teremos vários atletas lutando internacionalmente para nossa cidade, não será só Amanda Ribas”.

NOVOS TALENTOS
O professor tem grandes perspectivas, como colocar nesse ano mais um atleta no UFC; uma menina no Invicta - Maior Evento Feminino do Mundo e chegar com a filha Amanda perto da disputa do Cinturão do UFC.
            “Quero me dedicar mais aos atletas locais e escolinhas de luta em Varginha. Vejo crianças e jovens treinando com pessoas despreparadas e isso infelizmente pode estragar o futuro deles no esporte.”
            Explica a necessidade para um aluno, de se ter uma orientação vinda de pessoas com conhecimentos técnicos, para maximizar seu potencial no esporte, e contatos sólidos, para possibilitar-lhes grandes oportunidades, nacionais e internacionais, mantendo a motivação dos atletas.
            Meu foco agora será caçar talentos em nossa cidade e levá-los para grandes eventos. Fazer de Varginha a terra das lutas, mudar essa parada de ET”, brinca.

TEMPOS DIFÍCEIS
A família passou por tempos muito difíceis. “Passei muita fome junto com meus filhos. Houve uma época que eu quebrei o braço. Eu vivia de lutas, ganhava dinheiro com lutas. E como um lutador sem seu corpo vivia naquela época?”, relembra. “Minha ex-mulher, Mirelly, passou fome junto comigo. A gente não tinha leite para dar para nosso filho. Dávamos leite com água e comíamos arroz puro.”
            Além disso, enfrentaram acusações injustas de trapaça no esporte: “Amanda quando caiu no doping injustamente, fomos acusados levianamente. Perdi quase todas as crianças de nossa academia.”

FOCO NO FUTURO
Depois Amanda foi inocentada, mas o estrago foi grande. Agora, afirma que decidiu voltar a dar aulas para todos na cidade, e se concentrar em mudar a vida de várias crianças e jovens.
            Às vezes nos perguntam em entrevistas se eu ou Amanda ficamos nervosos em lutas.  Depois de tudo que passamos, como ficar nervoso? Ali é uma festa pra gente, o que vier agora é lucro. Agradecemos à Deus e  Nossa Senhora todos os dias. Muito obrigado meu Papai do Céu e minha Mãezinha, sou o cara mais feliz do mundo!”

Texto: Jornal PODIUM – Por Maria Júlia Veloso
Fotos e vídeo: arquivo pessoal


sábado, 28 de março de 2020

Fernando começou no futsal do Vasco


Fernando Papini
Sou de São Vicente, litoral de São Paulo.
Comecei a jogar futsal no Clube de Regatas Vasco da Gama. Eu tinha 10 anos.
Passei por vários clubes, como o tradicional Beira Mar da minha cidade.
Aos 19 anos de idade conquistei meu primeiro título de Campeão Paulista, em 2005, naquela época estava na equipe do Sertãozinho onde joguei por 2 anos. Depois, fui transferido para o Pinhalense, em Espírito Santo do Pinhal, onde fiquei por 1 ano.
Parei muito cedo, minha última equipe profissional foi o XV de Jaú.
Minha maior alegria foi quando meu filho nasceu.
Atualmente, jogo no amador na região do Sul de Minas, onde em 2019 disputei o Bairrão em Varginha pela equipe do Vila Murad.
E hoje jogo pela equipe do Cantagalo de São Gonçalo do Sapucaí.
Queria agradecer meu pai, que sempre me incentivou. Ele sempre foi meu espelho.

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