segunda-feira, 27 de abril de 2020

Diego Alexandre conta sua história

           Diego Alexandre, 29 anos, apaixonado pelo esporte.
Sempre fui uma pessoa muito competitiva e nunca gostei de perder. Pra mim, aquela expressão "o importante é participar" não funciona, haha.
Sempre pratiquei os mais variados esportes, pois atividade física é terapia para mim. Quando estou praticando qualquer que seja a atividade, esqueço dos problemas, e descanso a mente.
O esporte que mais disputei campeonatos na vida foi o futebol, apesar de não ser, nem de longe, o único. No futebol comecei bem cedo, ainda criança, tinha treinos na escola, após a aula. Sempre disputei campeonatos regionais e estaduais pela escola. Mas a coisa começou a ficar séria mesmo na adolescência, que como todo garoto que gosta de futebol, tinha o sonho de jogar profissionalmente.
Sempre tive facilidade com os pés, mas foi como goleiro que cheguei nas categorias de base do Santos, aos 15 anos, onde tive a felicidade de poder treinar junto com um menino magrinho e muito habilidoso, que na época tinha 14 anos e hoje é um dos maiores nomes do futebol mundial, jogando atualmente pelo PSG. Fiquei pouco tempo lá, e fui dispensado pela baixa estatura para a minha posição. Depois disso tive a oportunidade de jogar um campeonato mineiro Juvenil pelo time Real de Caeté, enfrentando os grandes de Minas Gerais. 
Em Varginha, fiz parte de um elenco que ganhou tudo o que disputou. O time juvenil do VEC, entre os 15 e os 17 anos. A conquista mais especial foi o campeonato Brazil Cup, em que ganhamos do Guarani de Campinas na Final.
Sempre treinei com jogadores acima da minha idade. Joguei pelo juvenil quando era infantil, treinei com o juniores e o profissional do VEC, quando era juvenil, e por aí vai. Naquela época, eu treinava diariamente, com os melhores da cidade.
Formei minha base como goleiro principalmente nos treinos do Nandinho, do Dezão, do Maxuel, do Paulão e também do meu pai, Juninho. Hoje em dia, ainda disputo campeonatos como o Amadorzão de Varginha, e o Sul-Mineiro.
Ano passado, tive a felicidade de ser o campeão do Amador com o time do Bonsucesso, e saí com o troféu de goleiro menos vazado da competição.
Mesmo na quarentena, sempre arrumo uma maneira de treinar e me manter em forma. Afinal, tenho um treinador de goleiros em casa, e isso facilita as coisas.
A maior conquista pra mim, em toda a carreira, foi sem sombra de dúvidas, as amizades que construí no caminho.
Há mais de 10 anos já, devido a correria do nosso cotidiano e do trabalho, o futebol ficou mais como um lazer, peladas, campeonatos de amigos e de empresas, mas sinto saudade da época e da rotina de treinos diários.


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